24 de out de 2014

Poesia - Lagrima da Alma


Uma lágrima suspensa nos cílios
Desliza suave e umedece a pele
Precipita-se entre as lembranças
Que habitam o baú da memória,
Como cascatas jorram emoções
Descendo por dúbias sensações
Nas grafias escritas de poemas
Nos labirintos das velhas ilusões
Outra gota, com sabor de sal brota
Por trilhas de velhas histórias
Com sofrimento em tristes olhos
E em ais, se esfacela na Alma.