5 de dez de 2014

Poesia - Pranto



Pranto que sulca a face
Que perdeu viço e beleza
Desde que, em mensagens,
Como em conto de fadas,
No caminho te encontrei

Pranto silencioso escorre
Quando meu pensamento,
Sem direção definida,
Perde-se no tempo
Entre idas e vindas,

Pranto que dilacera a alma
Em busca da cumplicidade
Em sonhos compartilhados
Doces ilusões e esperanças
Para um novo amanhecer,

Hoje cumprindo a sina
Resta apenas o sentimento
E uma grande certeza,
De que a vida inteira
Esperei por você.

Reflexão - A natureza