15 de mai de 2015

Poesia - Eos, Aurora



Divindade Aurora, infinitamente bela
Com seus cabelos soltos e esvoaçantes
Com leveza e agilidade em sua efemeridade
Rompe o dia envolto em luminescência
Em sua biga, cor púrpura pelo infinito
Portadora de brisas matinais ou fortes ventos
Nos quadrantes, Eurus, Nótus, Bóreas e Zéfiro
Esparge fragrâncias de flores que despertam
Mostra aos olhos da face, a beleza do dia
Aos olhos da alma, o aprendizado do Karma
Com a natureza em movimento sempiterno
Em transmutação, a harmonia e equilíbrio
Eos agracia os mortais, com este fugaz instante.