30 de dez de 2015

Aos amigos desejo Feliz Ano Novo



Em poucas horas o relógio do tempo irá anunciar o despertar de um novo ano, esperanças renovadas para  realizações dos sonhos semeados no ano velho. Uma grande parte da humanidade se prepara para este evento com rituais religiosos, alternância de cores no vestuário e alimentação específica.
A bengala das simpatias para amor, dinheiro e prosperidade não podem ser esquecidas no canto da sala e lá vai, Maria, Antonio e João pular 7 ondas no mar, coçar a barriga do Buda e presenteá-lo com moedas, oferendas para santos, promessa que dificilmente são cumpridas, enfim é hora de atravessar a ponte chamada presente, a qual separa o passado do futuro.
Não adianta receber o novo ano quando se carrega na bagagem aspectos estagnados e erros do passado. O homem deve atravessar esta ponte com novas metas e erguer alicerces para realizações, após exercitar seu autoconhecimento. Deve estar preparado para vencer os desafios, superar obstáculos e “ter o desejo de crescer e prosperar”, pois nada chega às mãos, sem dores, lágrimas e frustrações, ferramentas essenciais para impulsionar a vitória.
Não esqueça que sua vida é um presente, que você é o artista que pode colorir sua vida com tons e sobre tons, que é o historiador de seu percurso e que só terá êxito se usar corretamente seu Livre Arbítrio, o dom que recebeu ao nascer do Criador.

Que 2016 lhe reserve o tudo para completar seu todo. Beijokas.

28 de dez de 2015

Poesia - Entre céus e infernos



O coração do poeta forma uma lira
Com acordes de suaves brisas
Que sopram lânguidos desejos
Notas de paixões ardentes
Acordes de ais em labaredas
Um turbilhão de insana luxúria
Melodias de tempestades lascivas
Uma sinfonia entre céus e infernos
Inspirado na arte e beleza efêmera
Da musa coberta de sedas e  filigranas
No néctar do beijo que escraviza

Na essência do desejo que domina.



Poema - Água


Poema - Verão


Indrisos - Mar no verão


Indrisos - Verão


Haikais 915


Haikais 914


Poetrix - Sol a pino


Poetrix - Animais aquáticos


19 de dez de 2015

Poesia - Instantes



O austero tempo se esvai em lamentos
Desgasta engrenagens enferrujadas
Que marcam sutis instantes da vida
Tatuam pegadas no árido deserto
Marcas transformadas em cicatrizes
De um desnudo infinito interior 
Que verga ciclos passado e presente
Envelhece a tez que o reflexo retrata.

O austero tempo se esvai em lamentos
Como a chama da vela que desfalece
Deixa como legado apenas lembranças
Que engaveta no labirinto da memória
Pêndulo se movimenta, o vento fustiga
O homem busca refúgio em sua essência
Seu reverso quer analisar perdas e ganhos
Não há tempo, o inexorável instante se foi.


Indrisos - Quiças primavera


Poetrix - Germinar


Poema - Adeus verde primavera


4 de dez de 2015

Poesia - Ilusão


Voa nas asas da imaginação
Coberta por véus de mistérios
Residente na cidade dos sonhos
Onde o Eu reina só,
Possui uma energia própria
Não é escrava do acaso
É compartilhada com Almas
Chamadas de solidão,
Torna-se musa da inspiração
Com todos os sincronismos
Como tela colorida
Da magia e sedução,
Descortina o caminho da esperança
É expressa entre versos e prosas
No horizonte da poesia
Pois a cada letra, a cada linha,
Toma forma e, mesmo sutil,
A ilusão é plena e só minha.


Indrisos - Primavera Melódica


Haikais 912


Haikais 911


Poetrix - Quimeras


Poema - Luar de Prata


1 de dez de 2015

Noite de defesa da Monografia



Grande noite, defesa da Monografia entre correções e elogios. Presentes ao evento professores, colegas da Turma 2012, colegas que se formaram e outros que se formarão, família e amigos. À Professora Luiza Neitzke, orientadora, Professora Isabel Halfen Torino, avaliadora, gratidão pelo incentivo à pesquisa. À todos que fizeram esta noite feliz agradeço de coração, pois sem o carinho e respeito no cotidiano, neste tempo de Faculdade, este sonho não seria realizado.