28 de dez de 2015

Poesia - Entre céus e infernos



O coração do poeta forma uma lira
Com acordes de suaves brisas
Que sopram lânguidos desejos
Notas de paixões ardentes
Acordes de ais em labaredas
Um turbilhão de insana luxúria
Melodias de tempestades lascivas
Uma sinfonia entre céus e infernos
Inspirado na arte e beleza efêmera
Da musa coberta de sedas e  filigranas
No néctar do beijo que escraviza

Na essência do desejo que domina.