8 de fev de 2016

Poesia - Estação Primeira de Mangueira




Estação Primeira de Mangueira

Bateria da Escola dá o grito de guerra
Lá vem o surdo  e sua batida avisa
Que é hora de iniciar o  desfile
O som do tan-tan  marca o ritmo
Acompanha o reco-reco para a melodia
Violão, bandolim e a famosa cuíca                                
Tamborim e pandeiro fazem a festa
Adrenalina toma conta do coração
Inicia o desfile de cores e fantasias
Na avenida o povo eufórico aplaude
Joga para o ar confete e serpentina
Enredo movimenta corpos e mente
Olhos brilham e rostos sorridentes
Realidade é o momento presente
A euforia toma conta do universo
A imaginação impulsiona a criatividade
Mestre sala e porta bandeira com glamour
Pedem licença e cumprimentam foliões
Ala por ala mostra a beleza das alegorias
Lá vai ela, verde e rosa, com  bênçãos de Oyá
Minha amada, Estação Primeira de Mangueira.