29 de nov de 2016

Crônica - Desígnios do Karma

Hoje, nosso País, o Estado de Santa Catariana, familiares, amigos e torcedores estão de luto, consternados com a tragédia coletiva,  que ceifou vidas dos passageiros, um grupo de jogadores, comissão técnica e jornalistas que viajavam para a final da Copa Sul-Americana.
Muitos se questionam, acaso, destino, fatalidade, castigo?
Nós espíritas aprendemos que além do Karma individual existe o Karma coletivo , das cidades, estados e nações, ou seja, cada indivíduo habita o local à ele destinado para o cumprimento do resgate, encarnados que semearam os mesmos pensamentos, palavras e obras, em vidas passadas de forma nociva e coletiva, principalmente em locais onde atuam as catástrofes, relacionadas com os quatro elementos, Ar, Água, Terra e Fogo. Na hora da colheita, que simboliza o resgate do Karma estes seres estarão juntos e cumprindo as Leis Espirituais: Lei de Ação e Reação ou de causa e efeito e à Lei de Evolução ou de Progresso.
Observa-se nas tragédias coletivas que alguns indivíduos saem ilesos, outros com poucos ferimentos físicos, mas todos terão que conviver com sequelas emocionais como lição de vida, pois no resgate não estava determinada a morte física, mas conviver com fantasmas da tragédia por um tempo indefinido. E aqueles que deveriam estar juntos mas não embarcaram no voo? São os escolhidos como mensageiros, por possuírem um Karma mais leve e com este aprendizado, além de alterar o rumo de seu Livre Arbítrio estarão imbuídos de praticar, uma semeadura salutar entre a humanidade,  para a harmonia universal.
Por certo, o espírito destes seres que desencarnaram irão empreender uma viagem para aprendizado e quando for a hora destinada retornarão, encarnados no futuro, possivelmente no mesmo local do presente, os quais, por serem indivíduos exemplares recebem, o apelido carinhoso de “anjo caído do céu”.

Que estes passageiros que empreenderam a viagem para a eternidade sejam recebidos por mentores iluminados, para curar as feridas da Alma e os que aqui ficam tristes e saudosos devem buscar o apoio da crença escolhida, que simboliza a âncora da fé.